Vittacor - Excelência em Cardiologia

Seg - Qui das 7:00 às 18:30 | Sex das 7:00 às 17:30

Responsável Técnico: Rogério Carregoza Dantas - CRM/SC 11273

Exames

Filtrar por Objetivo:

Teste Ergométrico

Exame cardiológico mais utilizado no mundo inteiro após o eletrocardiograma de repouso. Na verdade trata-se de um eletrocardiograma convencional avaliado no esforço. Associa-se à análise do traçado eletrocardiográfico uma análise clínica funcional do esforço. As indicações para realização do TE são, dentre outras, investigação de sintomas que sugiram isquemia miocárdica ( risco de infarto ) e de sintomas que sejam desencadeados pelo esforço.



Teste Cardiopulmonar de Exercício (Ergoespirometria)

Trata-se do Teste Ergométrico em esteira associado ao uso de máscara ventilométrica para captação dos gases expirados durante o exercício (Oxigênio e Gás Carbônico). Esse gases são analisados por um software exclusivo que gera imagens  gráficas em um computador identificando a performance cardíaca e pulmonar durante o exercício. É o exame preferido para avaliação da classe funcional em pacientes cardiopatas e em atletas.

As principais indicações do TCPE foram preconizadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e American Heart Association



  • Diagnóstico diferencial de dispnéia ( falta de ar)


  • Determinação da intensidade de treinamento em programa de reabilitação cardíaca


  • Prescrição de exercícios e avaliação da capacidade aeróbica em atleta de alta performance


  • Avaliação da tolerância ao exercício em pacientes portadores de Doenças Cardíacas e Pulmonares Crônicas e em obesos


  • Avaliação pré-operatória [cirurgias de ressecção pulmonar e cirurgias abdominais (idosos)]


  • Seleção de pacientes para transplante cardíaco


MAPA 24h

A pressão arterial (PA) varia em virtude da interação de fatores neuro-humorais, comportamentais e ambientais .


Existe uma variação contínua da PA batimento a batimento, de acordo com as atividades do indivíduo, e em hipertensos, essa variabilidade apresenta maior amplitude do que em normotensos e está relacionada a pior prognóstico.


Durante o período de vigília, esses valores são maiores do que os obtidos durante o sono. Entre outras, essas são razões para a necessidade de obtenção de medidas da PA por meio de outros métodos capazes de abstrair esses erros e criar condições que propiciem uma medida de pressão arterial que reflita, com segurança e fidelidade, o seu real comportamento.


MAPA é o método que permite o registro indireto e intermitente da PA durante 24 horas, ou mais, enquanto o paciente realiza suas atividades habituais na vigília e durante o sono, o que lhe confere uma maior precisão no diagnóstico e monitorização terapeutica da Hipertensão Arterial Sistemica quando comparada com a avaliação isolada da pressão arterial no consultório médico.


A MAPA faz parte do fluxograma para diagnóstico da hipertensão arterial sistêmica (HAS).



PREPARO


- Realizar a MAPA, preferencialmente, em dia representativo das atividades habituais;


- Vestir camisa de manga larga para não limitar o movimento dos braços; as mulheres devem evitar o uso de vestido;


- Fazer uso das medicações ou suspendê-las de acordo com a orientação do médico solicitante


- Evitar a execução de exercício físico nas 24 horas que precedem o exame caso não o pratiquem regularmente;


- Trazer lista de medicamentos em uso com doses e horários da prescrição;


- Tomar banho antes do exame, pois não será permitido fazê-lo durante o procedimento;


- O monitor será fixado na cintura por meio de um cinto;


- O braço deve ficar imóvel e relaxado ao longo do corpo durante as medidas;


- Pode-se reajustar o manguito ao longo do dia e a sugere-se a colocação do monitor sob o travesseiro durante o período de sono;


- Procurar não se deitar sobre o braço que está com o manguito instalado;


- O preenchimento correto do diário é de suma importância;



Holter de Eventos (até 30 dias)

Sistema de monitoramento eletrocardiográfico contínuo. Tem por objetivo avaliar arritmias cardíacas e sua relação com possíveis sintomas clínicos, além de ser útil na avaliação do risco de morte súbita na insuficiência cardíaca. É também utilizada nas Síndromes isquêmicas para detecção da chamada isquemia silenciosa, situação essa que abrange circunstancias de isquemia cardíaca sem que haja sintomas correlacionados.



Atualmente o Holter tem se mostrado uma ferramenta muito útil no acompanhamento da Fibrilação Atrial, não apenas para o diagnóstico, mas principalmente para a mensuração do tempo de duração da arritmia e do número de episódios, fatores estes determinantes na tomada de decisão terapêutica.

Tipos de Holter :



- 24 horas – o paciente fica com o monitor durante um dia, de preferencia em atividades cotidianas corriqueiras. Avalia o eletrocardiograma não só na vigília como também durante o sono.



- Eventos – o paciente fica com aparelho durante 7 ou 15 dias, sendo ele mesmo capaz de retirar e recolocar o aparelho para a realização de sua higiene pessoal. Tem como objetivo avaliar sintomas que possam ter relação com eventos arrítmicos. Quando o paciente sente algo ele aciona o botão de sintomas que posteriormente será avaliado pelo examinador.



- Alça – o monitor fica com o paciente de 7 a 30 dias. Nesta modalidade a gravação se dá de maneira contínua durante o período estipulado, sendo o paciente o responsável pela retirada e recolocação do mesmo neste período. Possui uma sensibilidade maior na detecção de arritmias que possuem uma frequência menor de aparecimento e vem se tornando um excelente recurso no acompanhamento da Fibrilação Atrial Paroxística.

Holter 7 dias (Seven)

Sistema de monitoramento eletrocardiográfico contínuo por 7 dias. Possui os mesmos princípios da monitorização de 24 horas, havendo apenas ampliação do tempo de monitorização. O monitor utilizado possui um consumo menor de energia, o que permite que se utilize uma bateria apenas nos sete dias de monitorização. Tem uma grande aplicabilidade na investigação de sintomas que ocorram com uma frequencia semanal e aonde se suspeite que haja arritmias cardíacas como fator desencadeante e na monitorização de



Holter Digital 24h

Sistema de monitoramento eletrocardiográfico contínuo por 24 horas. Tem por objetivo avaliar arritmias cardíacas e sua relação com possíveis sintomas clínicos, além de ser útil na avaliação do risco de morte súbita na insuficiência cardíaca. É também utilizada nas Síndromes isquêmicas para detecção da chamada isquemia silenciosa, situação essa que abrange circunstancias de isquemia cardíaca sem que haja sintomas correlacionados.



Atualmente o Holter tem se mostrado uma ferramenta muito útil no acompanhamento da Fibrilação Atrial, não apenas para o diagnóstico, mas principalmente para a mensuração do tempo de duração da arritmia e do número de episódios, fatores estes determinantes na tomada de decisão terapêutica.


Tipos de Holter :



- 24 horas – o paciente fica com o monitor durante um dia, de preferencia em atividades cotidianas corriqueiras. Avalia o eletrocardiograma não só na vigília como também durante o sono.



- Eventos – o paciente fica com aparelho durante 7 ou 15 dias, sendo ele mesmo capaz de retirar e recolocar o aparelho para a realização de sua higiene pessoal. Tem como objetivo avaliar sintomas que possam ter relação com eventos arrítmicos. Quando o paciente sente algo ele aciona o botão de sintomas que posteriormente será avaliado pelo examinador.



- Alça – o monitor fica com o paciente de 7 a 30 dias. Nesta modalidade a gravação se dá de maneira contínua durante o período estipulado, sendo o paciente o responsável pela retirada e recolocação do mesmo neste período. Possui uma sensibilidade maior na detecção de arritmias que possuem uma frequência menor de aparecimento e vem se tornando um excelente recurso no acompanhamento da Fibrilação Atrial Paroxística.



Eletrocardiograma

O eletrocardiograma (ECG) de repouso recebe várias denominações: ECG basal, ECG de superfície, ECG convencional ou, simplesmente, eletrocardiograma. Trata-se de exame não invasivo, de baixo custo e de realização rápida e fácil. Apesar de inúmeras inovações tecnológicas que vêm sendo incorporadas na prática da medicina cardiovascular, o ECG permanece como o recurso diagnóstico mais amplamente utilizado na avaliação dos distúrbios do ritmo cardíaco.


Esse exame, através do registro da atividade elétrica do coração, pode também prover informações sobre o diagnóstico de problemas estruturais cardíacos, isquemia miocárdica, distúrbios eletrofisiológicos do miocárdio, pericardiopatias, posicionamento do coração, estimulação cardíaca artificial, alterações metabólicas e eletrolíticas sistêmicas, além


de documentação de influências autonômicas e farmacológicas (tóxicas ou terapêuticas).


O traçado eletrocardiográfico tem uma representação gráfica, em que é possível distinguir diferentes configurações morfológicas e do ritmo cardíaco.



Ecocolordoppler de Carótidas e Vertebrais

A maioria dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) é isquêmica, sendo os hemorrágicos responsáveis por apenas cerca de 20% dos casos. Entre os AVC isquêmicos, a etiologia predominante é a aterosclerose das artérias carótidas,ou seja, obstrução dos vasos por placas de gordura a passagem de fluxo de sangue para o cérebro.


O Ecocolordoppler é um estudo completo da circulação cerebral extracraniana através da análise de imagens ultrassonográficas de alta resolução das paredes dos vasos e seu interior. O mapeamento de fluxo a cores e o doppler revelam detalhes sobre o fluxo de passagem do sangue no interior dos vasos identificando pontos aumento de velocidade ou mesmo de obstrução.


Entre algumas indicações para realização do Ecocolordoppler de Carótidas e Vertebrais estâo:


- AVC


- Ataque Isquêmico Transitório


- Pré-operatório de Cirurgia Cardíaca


- Investigação de Desmaios e Tonturas


- Medida da espessura da parede carotídea em pacientes com fator de risco para doença aterosclerótica (HAS, DM, Dislipidemia, Obesidade Tabagismo)



Ecocardiograma Fetal

O Ecocardiograma fetal é exame ultrassonográfico que estuda detalhadamente a anatomia cardíaca e dos vasos do feto.

Não há prejuízo à saude fetal ou da gestação. Não aumenta os risco de abortamento

O exame é simples, não exige preparo algum (bexiga cheia ou jejum) e é realizado por uma cardiologia pediátrica e dura em média cerca de 15 minutos, podendo se extender caso seja encontrada alguma alteração ou no caso de alguma dificuldade técnica (posição fetal não-favorável, aumento de tecido adiposo abdominal)

Qualquer gestante portadora de requisição médica pode ser submetida a ecocardiografia fetal. Idealmente entre 18 e 32 semanas de gestação.

Alguns médicos já solicitam este exame como rotina, complementando o US morfológico, porém essa não é a regra. A maioria dos médicos assistentes indica a realização do exame frente a algumas doenças maternas como diabetes, hipertensão, lupus, idade avançada ou diante de alguma alteração fetal em US de rotina (translucência nucal aumentada, malformações não-cardíacas, fetos sindrômicos suspeitos)

O exame pode ser acompanhado por um adulto e até uma criança que consiga permanecer em silêncio. Não são permitidos aparelhos eletrônicos ligados dentro da sala de exame.

O resultado é liberado em até 2 dias úteis, porém um resumo pode ser dado ao término do exame.

Ecocardiograma Transesofágico

1. Qual a diferença entre o ecocardiograma transtorácico e o transesofágico?

O ecocardiograma transtorácico é obtido aplicando-se um transdutor na frente do tórax. O ultrassom tem que atravessar diversas barreiras (pele, músculo, camada de gordura, osso, pulmão )até alcançar o coração, fazer a leitura precisa do seu estado e percorrer o caminho inverso de volta para enviar as informações ao equipamento para serem interpretadas pelo médico.Obesidade, posição das costelas, enfisema pulmonar, mamas volumosas podem causar dificuldades técnica na transmissão do ultrassom e enviarem informações imprecisas.

O ecocardiograma transesofágico é obtido posicionando um pequeno transdutor no esôfago (tubo que conecta a boca ao estomago). Como o esôfago se localiza imediatamente atrás do coração, o ultrassom faz um caminho bem mais curto e sem obstáculos gerando imagens mais claras e informações sem distorções. Além disso, a porção do coração mais posterior ao tórax que não conseguem ser visto ao transtoracico são facilmente identificadas ao transesofágico.



2. Esse exame precisa de algum preparo?

Não beba ou coma nada por pelo menos 6 (seis) horas antes do exame. Esse cuidado minimiza risco de vômitos e aspiração durante o procedimento.Se fizer uso regular de alguma medicação, ela deve ser tomada no horário correto com um pequeno gole de água.



3. Como esse exame é realizado?

Ao entrar na sala de exames você deverá seguir as orientações da enfermagem para se posicionar de maneira correta na maca (deitado sobre seu lado esquerdo com a mão esquerda debaixo da cabeça). Eletrodos de monitorização eletrocardiográfica serão colocados nos tornozelos e na mão direita. O ecocardiograma transtorácico será realizado caso não tenha trazido exame anterior recente.

Sentado na maca, de frente para o médico, você receberá explicações sobre o procedimento de anestesia local da orofaringe (garganta). Após anestesia, deverá deitar novamente na maca, agora de frente para o equipamento, sobre seu lado direito com a mão direita debaixo da cabeça e com o queixo encostado o mais próximo possível do peito. O transdutor será introduzido lentamente pela sua boca e posicionado na entrada da garganta. O médico solicitará que faça um movimento de sugar e engula a saliva e então o transdutor deslizará para o interior do seu esôfago. Não há dor, somente a sensação da presença da sonda. Durante o procedimento, receberá apoio para permanecer na mesma posição, evitando movimentos bruscos enquanto o transdutor estiver em seu esôfago.



4. Qual o risco do procedimento?

Perto de zero. A maior dificuldade enfrentada pela equipe médica e pelo paciente é a ansiedade frente oo desconhecido. Se você escutar atentamente as instruções e segui-las tranquilamente, o exame dura no máximo 15 minutos.

Há casos em que o paciente desconhece ter algum desvio na anatomia natural ou maior predisposição a engasgos e náuseas. A equipe médica esta preparada para imprevistos e, se após 3 tentativas a sonda não progredir, o exame será realizado em outra oportunidade. Lembramos que os portadores de doenças esofágicas não devem ser submetidos a esse exame pelo risco de sangramentos e perfurações.



5. E após o exame?

Como não foi feito nenhum tipo de medicação sedativa, você já pode retornar às atividades habituais.

Após o efeito da anestesia local, você pode ter algum desconforto ao engolir. Está liberado para ingerir sólidos após 1 hora. Evite comidas e bebidas muito quentes (chás, cafés, sopas ) nas próximas 24 horas.

Ecocardiograma Transtorácico

A mesma tecnologia que permite ter acesso aos sobressaltos do feto no interior do útero materno também pode revelar segredos do funcionamento do coração.



O Ecocardiograma mostra, em tempo real, o que está acontecendo nesse momento, com o seu coração. Você pode ver seu músculo contraindo e relaxando, observar o abrir e fechar das válvulas a cada batimento cardíaco e acompanhar o trajeto do sangue, ouvindo o som de seu contato com as cavidades e vasos que percorre.



O procedimento pode ser feito em qualquer faixa etária. Dos fetos aos idosos!



O Ecocardiograma está indicado toda vez que existe hipótese de alterações no funcionamento do músculo do coração, na procura de dilatações de suas cavidades ou dos vasos, defeitos congênitos ou adquiridos durante a vida nas válvulas, depósitos ou acúmulos de líquidos, gorduras ou calcificações.



Após breve abordagem clínica, um cardiologista treinado em ecocardiografia inicia o exame, analisando sequencialmente as estruturas cardíacas, dando mais atenção às regiões onde seu médico suspeita haver alguma alteração.



As imagens que surgem na tela do examinador são geradas a partir de um transdutor que é capaz de produzir ondas ultrassônicas (sons de alta-frequência inaudíveis ao ouvido humano) e captar suas reflexões em cada estrutura que esbarram.

O procedimento não causa dor nem choque ou qualquer outro desconforto.

O uso do gel no tórax é essencial para aumentar a resolução das imagens e facilitar o deslizamento do transdutor.

Não há risco algum de lesão dos órgãos examinados pois são apenas ondas sonoras. Não emitem radioatividade.



Os sons que você pode ouvir durante o procedimento são ampliações dos sons gerados a cada batimento do seu coração e só são possíveis de serem captados e analisados graças a um recurso especial chamado doppler. A velocidade com que o sangue é empurrado contra as estruturas é registrada e comparada com os valores considerados normais.



As cores observadas no interior das cavidades e dos vasos também têm um particular significado. Todo fluxo em azul quer dizer que o sangue está indo em direção oposta ao transdutor e todo fluxo em vermelho significa dizer que o sangue está se aproximando do transdutor. O que estiver colorido como um mosaico de cores sugere que a velocidade do sangue está mais alta que o normal.



O exame dura em torno de vinte minutos e você já pode retornar às suas atividades habituais imediatamente. O laudo é emitido na hora e está disponível em mais ou menos dois dias após a digitação e edição de imagens.